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Gestão Empresarial de Tecnologias de Informação

Gestão de alterações

Publicado por Hugo Ferreira Em 20/04/2009

Um artigo interessante sobre a gestão dos processos de alteração, escrito por Dennis Powell, e publicado no ESJ, identifica cinco pontos chave para a Maturação da Gestão de Processos de Alteração.

Uma deficiente gestão destes processos, que implica a alteração de plataformas de produção, pode levar a downtimes imprevistos, e consequentemente a prejuízos.

As equipas de TI devem implementar um método seguro e efectivo para a gestão destes processos, sob pena de um grave impacto negativo sobre todos os processos de produção.

Todos os pedidos de alteração de aplicações ou infraestruturas – desde projectos pequenos e de baixa prioridade até projectos importantes e de larga escala – continuam a inundar as operações das equipas de TI. Para satisfazer estes pedidos e, ao mesmo tempo, dar resposta à continuidade de negóio, as equipas operativas da TI devem compreender a fundo todas as alterações e a forma como poderá causar impacto às operaçõs rotineiras dos processos e sistemas.

Isto é sempre benéfico: todas as alterações à infraestrutura de TI são necessárias em todas as empresas e crescem juntamente com o negócio e expansão do sistema, mas em organizações com ambientes cada vez mais complexos, estas alterações podem levar a downtime significativos.

Abaixo indicam-se os cinco pontos chave identificados como essenciais a esta gestão:

1. Escalas de alteração: alterações não programadas são muitas vezes a maior causa de downtimes de serviços, especialmente quando essas alterações são feitas de forma rápida e sem os devidos testes. Por norma, estas alterações programadas podem reduzir significativamente o número de problemas de produção, o número de recursos humanos de TI dedicados a este processo, e até ao número de alterações de emergência feitas.

2. Automação: Quanto mais uma organização puder automatizar ou agendar estas alterações numa base regular, menos provável será o impacto nos processos e o aumento do número de actualizações.

3. Adopção de processos: ao adoptar as best practices, como a ITIL ( Information Technology Infrastructure Library ), pode ajudar as empresas a atingir a maturidade na gestão de processos de alteração.

4. Ambientes de teste de alterações: As empresas que testam as suas alterações em ambientes formais de teste e pré-produção estão mais aptas a identificar problemas que essas alterações possam causar. Um ambiente de teste pode ser caro para desenvolver e manter,mas como fornece uma representação fiável do ambiente de produção, este ambiente fornece ua forma mais flexível que as TI podem usar para minimizar as alterações de emergência e o seu impacto.

5. Compleitude dos testes de alterações: Testar aterações em toda a infraestrutura da plataforma, ao contrário de pequenos componentes individuais ou sistemas parciais, pode melhorar significativamente a confiança das equipas de TI encarregues das alterações e reduzir o número de problemas causados pelas mesmas.

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